Recentemente falamos sobre o fenômeno do empreendedorismo entre mulheres que se tornam mães e algumas leitoras tiveram a mesma dúvida: por onde começar?

Como lembra a jornalista especializada no assunto Cinthia Dalfino, do Mãe at work, “há mães que acabam se iludindo com a possibilidade de empreender, mas nunca tiveram experiência com isso. Empreender não é tão simples quanto parece. Às vezes se você tem o seu negócio e não é bem estruturado, você tem até menos tempo com o seu filho”. Então, aqui vão cinco dicas para as mamães que querem repensar suas escolhas profissionais.

Descubra o que quer fazer

Seja abrindo um curso de idiomas, fazendo bordados ou contação de histórias, é importante saber o que te faz feliz. Às vezes aquele hobby pode virar uma grande ideia de negócio. Mas não se precipite. Use o tempo necessário para amadurecer suas ideias e descobrir qual rumo tomar. Lembrando: é preciso sentir prazer. Se aquilo não te faz feliz, rapidamente você vai se frustrar e desistir. Ah, e não deixe de conversar com empreendedoras.

Confie no seu taco

Acredite. Muitas pessoas vão torcer o nariz quando você falar que vai abrir um negócio, o que pode te deixar balançada, indecisa e confusa. Tenha confiança em si mesma e siga em frente nos seus propósitos. Entenda a importância desta mudança para você e não deixe que essa vontade seja esquecida.

Estude sempre

Independentemente da área que escolher, uma coisa é certa: é fundamental estar sempre atualizada. Pesquise, compre livros que falam sobre negócios, mercado e abertura de uma empresa. Conheça bem a área que quer atuar, os prós e contras de investir nela e trace suas metas. Aqui, falamos sobre alguns cursos para mães empreendedoras.

Dedique-se

Ok. Esta decisão tem a ver com se realizar profissionalmente e também passar mais tempo com seu filho. Mas tem vezes que a empresa vai te tomar algum tempo e você precisará se dedicar para não colocar tudo a perder. Procure apoio e pessoas que possam te ajudar com a criança quando for necessário.

Profissionalize-se

Se é para fazer, vamos fazer direito, certo? Procure o caminho da profissionalização. Tente se regularizar, criando um MEI, por exemplo, que vai te garantir a emissão de notas fiscais e pode ampliar o leque de trabalho.